sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Por que comemoramos o dia 7 de setembro?

Independência do Brasil

Inicialmente esta data só é lembrada pela grande maioria por ser um feriado nacional, onde todos podemos viajar pra ver a família e visitar amigos. Por fim alguns lembram que tem a ver com o Brasil, Independência? Proclamação da república? Fim da escravidão? Ahhh sei lá….

Sete de setembro é o dia que comemoramos a Independência do Brasil, ou seja, a data em que o Brasil se tornou oficialmente separado politicamente de Portugal, mais precisamente nodia 7 de setembro de 1822.

As causas que implicaram na separação começaram a eclodir ainda no século XVIII, com diversas revoltas internas acontecendo por conta de impostos cobrados por Portugal além do fato de que no Norte, os EUA já se declaravam independentes.

Eu sou físico não historiador, mas o que julgo ser a parte mais emocionante de todo o processo de independência foi quando Portugal percebeu a iminência da independência brasileira e mandou uma carta exigindo a imediata ida de D.pedro 1º para a metrópole, isso se deu no dia 9 de Janeiro, eis então que surge a frase:

“Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico”

O dia é conhecido a partir de então como o “Dia Do Fico”.

Pra falar a verdade essa balela que se houve falar acerca de nossa independência, não passa de mito! Considero que quase 200 anos se passaram e continuamos tão dependentes e tão conformados quanto naquela época.

A solução pra isso é a educação que se fala tanto mas que se faz tão pouco, educação esta que sequer consegue nos fazer lembrar o que é comemorado no dia 7 de setembro…

Fonte: http://fisicomaluco.com/wordpress/2007/09/04/a-historia-do-7-de-setembro-voce-sabe-o-que-e-comemorado/

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Copa do Mundo 2010

A Copa do Mundo FIFA de 2010 ou Campeonato do Mundo de Futebol FIFA de 2010 ou até Mundial 2010 é a 19ª edição do evento e ocorre pela primeira vez no continente africano tendo como país anfitrião a Áfica do Sul.

Preparações

A África do Sul construiu cinco novos estádios de futebol em preparação para a Copa do Mundo FIFA de 2010. Será a primeira vez da história do país que a região terá estádios especialmente dedicados ao futebol. Sob o antigo governo do apartheid, os estádios eram construídos exclusivamente para o râguebi e o críquete.

A África do Sul tem pouca tradição no futebol, em 2002 participou da Copa da Coreia e Japão no grupo B, sendo eliminada na 1.ª fase da copa num grupo em que participavam as seleções da Espanha, da Eslovênia e do Paraguai, participou também da Copa de 1998, na França.

Uma delegação da FIFA completou uma primeira visita à África do Sul depois que o país foi escolhido como sede da Copa do Mundo de 2010. Os dirigentes disseram em seguida que vários aspectos técnicos e legais foram debatidos antes de os membros da FIFA deixarem o país.

"A FIFA está procurando cumprir todo o processo do país-sede o mais rápido possível e vai montar um escritório na África do Sul no início do ano que vem", disse Danny Jordaan, que encabeça o comitê local.

Um comitê de quatro pessoas, do qual Jordaan é um dos integrantes, foi composto par
a acertar a organização local.

Em meados de 2008, em virtude dos atrasos nos preparativos com a possibilidade da África do Sul não terminar a tempo as obras necessárias, especulou-se sobre a troca da sede da Copa. Foram cogitadas a Alemanha que possuía toda a estrutura montada para a Copa do Mundo 2006, além da Espanha e Austrália.

Uma greve foi iniciada pelos operários sul-africanos no dia 8 de julho de 2009. Obras nos estádios, rodovias, ferrovias, aeroportos e hospitais chegaram a ser interrompidas. Os operários pediam algo em torno de 15% de aumento salarial. Os atrasos, que já eram evidentes ficaram mais complicados com a greve. Representantes da organização do torneio chegaram a admitir que o cronograma das obras poderia sofrer alterações.


Mascote

Em 22 de setembro de 2008, foi apresentado o mascote oficial da Copa: o leopardo Zakumi. O nome vem dos termos "ZA" (abreviação de África do Sul) e "Kumi" ("dez", o ano da Copa).








Bola Oficial

Chamada Jabulani, a bola oficial é produzida pela Adidas. A bola possui 11 cores diferentes, cada uma representando os dialetos e etnias diferentes da África do Sul. O nome da bola signifca "Celebrar", em Isizulu.






Países Classificados

Grupo A: Uruguai, México, França e África do Sul

Grupo B: Argentina, Coreia do Sul, Grécia e Nigéria

Grupo C: Eslovénia, Inglaterra, Estados Unidos e Argélia

Grupo D: Alemanha, Gana, Sérvia e Austrália

Grupo E: Países Baixos, Japão, Camarões e Dinamarca

Grupo F: Itália, Paraguai, Nova Zelândia e Eslováquia

Grupo G: Brasil, Costa do Marfim, Portugal e Coreia do Norte

Grupo H: Chile, Suiça, Espanha e Honduras

Música Tema

A organização da Copa do Mundo FIFA de futebol escolheu para a edição de 2010 do evento a música remixada "Wavin' Flag" (Bandeira ao Vento, em Português) do cantor somaliano naturalizado canadense K'naan, como música tema oficial. A música faz parte de seu terceiro álbum, Troubadour, sendo extremamente conhecida pelo público, por ser também um dos jingles das propagandas da Coca-Cola, patrocinadora oficial da copa do mundo. A música atualmente já está sendo interpretada em vários idiomas, e o cantor já gravou uma das versões com o artista espanhol David Bisbal. Organizadores do evento incluíram também como outras músicas a ser apresentadas na programação musical do mundial a versão de “Oh África”, do Cantor seneglês Akon, interpretada juntamente com a cantora Keri Hilson, e também a música "Waka Waka" (Esto És Afríca, em espanhol; This is África, em Inglês), que foi apresentada na cerimônia de abertura pela cantora colombiana Shakira.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Copa_do_Mundo_FIFA_de_2010#Preparativos

O poeta e as andorinhas



A dramaturgia do escritor irlandês Oscar Wilde (1854-1900) é recheada de temas nada infantis, tais como vaidade, amor, morte, crueldade e desigualdade social. Mesmo assim, a produtora teatral Cintia Abravanel --filha mais velha de Silvio Santos-- resolveu empenhar seu Teatro Imprensa na montagem de sua oitava produção: "O Poeta e as Andorinhas", dirigida por Paulo Ribeiro e baseada na obra de Wilde.


A peça estreou em São Paulo no último dia 10 e fica em cartaz aos sábados e domingos, para o público geral, além das sessões gratuitas para estudantes de escolas públicas, realizadas às quartas e sextas pelo Centro Cultural Grupo Silvio Santos, que completa 50 anos em 2008. Cerca de 500 mil alunos e professores já participaram do projeto.


Esta não é a primeira vez que uma andorinha faz a cabeça de Cintia Abravanel, à frente do Imprensa há 16 anos. Seu teatro já montou "O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá" (2003), dirigido por Vladimir Capella. A adaptação do livro homônimo de Jorge Amado ganhou dois prêmios APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) --melhor espetáculo infantil e melhor direção-- e revelou a atriz Amanda Acosta, na pele da andorinha. Mais tarde ela se consagraria como a protagonista do musical "My Fair Lady" (2007).


"Costumo dizer que todos os projetos que realizo servem, de alguma forma, ao propósito de trazer algum ensinamento. Acho que isso acontece com nosso Oscar Wilde para crianças. O espetáculo revive o mito de Narciso, e o traz para nossos dias", diz Abravanel.


Os 15 atores no elenco dramatizam textos de Wilde, como o romance "O Retrato de Dorian Gray" --no qual um belo jovem se recusa a envelhecer-- e os contos "O Rouxinol e a Rosa", "O Príncipe Feliz" e "O Aniversário da Infanta". As histórias são conduzidas pelas andorinhas. Também é mostrada de forma leve e sutil a vida triste e melancólica do escritor, que chegou a ser preso por ser homossexual. A produção enche os olhos no cenário de JC Serroni e nas mais de 50 roupas do figurino assinado por Leonardo Diniz.


Apesar dessa riqueza na produção, o elenco tem poucos destaques. Alice Reis é um deles. A atriz imprime um bonito trabalho de corpo na interpretação de uma andorinha apaixonada pela estátua de um príncipe que busca fazer justiça social em sua cidade. Já Arthur Berges deixa a desejar com uma interpretação pobre para um personagem tão desafiante como o jovem Dorian Gray.


Oscar Wilde


Oscar Wilde nasceu em Dublin, na Irlanda, em 1854. Escritor, poeta, ensaísta e crítico de arte, ele ganhou reconhecimento com o êxito de suas peças teatrais, contos e do consagrado romance "O Retrato de Dorian Gray". A obra do autor inclui ainda a novela "O Fantasma de Cantervillee", além das peças "Salomé", "Um Marido Ideal", e "A Importância de Ser Prudente".


O escritor teve sua carreira abalada após assumir um romance com um jovem nobre, razão pela qual permaneceu preso por dois anos. Na prisão, ele escreveu o texto "Balada do Cárcere de Reading". Depois de liberto, o escritor mudou-se para Paris, onde adotou o pseudônimo Sebastien Melmoth. Oscar Wilde morreu de meningite em 30 de novembro de 1900, esquecido e pobre.
Minha Opinião:
Eu gostei muito da peça, é muito romântica, as iluminções são muito boas! Por exemplo, a imagem do quadro que eu postei acima foi feita por um datashow! As músicas são muito lindas, as cantoras tem vozes muito bonitas.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Artigo de Opinião

Características do artigo de opinião

Livro é um bom presente

No artigo de opinião, o autor é chamado de articulista. A principal característica de um artigo de opinião é a tomada de posição diante de uma questão polêmica. Em geral, questões polêmicas dizem respeito a assuntos que circulam na imprensa, mídia em geral ou na sociedade como um todo.

Uma questão polêmica deve polemizar, ou seja: gerar discussões, controvérsias, suscitar diferentes pontos de vista sobre o tema tratado. Questões polêmicas são aquelas em que não há consenso, ou seja, alguns concordam e outros não, por exemplo: "O desarmamento da população diminuiria ou não a violência?".

O autor deve se posicionar contra ou a favor de determinado assunto, justificando sua tomada de posição por meio de argumentos que sustentem a opinião manifestada. Uma boa argumentação deve convencer, persuadir o leitor a assumir um ponto de vista semelhante ao exposto pelo autor.

O texto será mais persuasivo à medida que for capaz de convencer um maior número de leitores. Para isso, os articulistas, em geral, usam argumentos de diferentes naturezas, como por exemplo, resultados de pesquisas ou dados estatísticos, informações obtidas com pessoas ou instituições especialistas da área, princípios ou crenças pessoais, relações de causa e consequência, exemplificações, entre outras.

Outra característica fundamental do artigo de opinião é a coerência. O autor precisa manter sua opinião e uma clara linha de raciocínio do início ao fim do texto, sem desviar do foco central sobre o qual estiver manifestando seu ponto de vista. Para garantir a coerência, os articulistas costumam reafirmar seu posicionamento, durante e ao final do texto, de maneira clara e contundente, muitas vezes, solicitando ao leitor que assuma também uma posição.

Artigos de opinião não precisam, necessariamente, apresentar propostas de solução para a polêmica abordada. No entanto, essa é uma característica que tem se mostrado cada vez mais presente na laborção de textos desses gênero.

Referência Bibliográfica:
Apostila Positivo 2
8° ano- 2010

Exemplo de artigo d opinião:

"Queremos a infância para nós" - Rosely Sayão

O mundo anda bem atrapalhado: de um lado, temos crianças que se comportam, se vestem, falam e são tratadas como adultos. Do outro, adultos que se comportam, se vestem, falam e são tratados como crianças. Pelo jeito, infância e vida adulta têm hoje pouco a ver com idade cronológica.

Não é preciso muito para observar sinais dessa troca: basta olhar as pessoas no espaço público. É corriqueiro vermos meninas vestidas com roupas de adultos, inclusive sensuais: blusas e saias curtas, calças apertadas, meia-calça e sapatos de salto. E pensar que elas precisam é de roupa folgada para deixar o corpo explodir em movimentos que devem ser experimentados... Mas sempre há um traço que trai a idade: um brinquedo pendurado, um exagero de enfeites, um excesso de maquiagem etc.

Se olharmos as adultas, vestidas com o mesmo tipo de roupa das meninas descritas acima, vemos também brinquedos, carregados como enfeites ou amuletos: nos chaveiros, nas bolsas, nos telefones celulares, nos carros. Isso sem falar nas mesas de trabalho, enfeitadas com ícones do mundo infantil.

Criança pequena adora ter amigo imaginário, mas essa maravilhosa possibilidade tem sido destruída, pouco a pouco, pelo massacre da realidade do mundo adulto, que tem colaborado muito para desfazer a fantasia e o faz-de-conta. Mas os legítimos representantes desse mundo, por sua vez, não hesitam em ter o seu. Ultimamente, ele tem sido comum e ganhou o nome de deus. Não me refiro ao Deus das religiões e alvo da fé. A idéia de deus foi privatizada, e cada um tem o seu, à sua imagem e semelhança, mesmo sem professar religião nenhuma.

O amigo imaginário dos adultos chamado de deus é aquele com quem eles conversam animadamente, a quem chamam nos momentos de estresse, a quem recorrem sempre que enfrentam dificuldades, precisam tomar uma decisão ou anseiam por algo e, principalmente, para contornar a solidão. Nada como ter um amigo invisível, já que ele não exige lealdade, dedicação nem cobra nada, não é?

E o que dizer, então, das brincadeiras infantis que muitos adultos são obrigados a enfrentar quando fazem cursos, freqüentam seminários ou assistem a aulas? É um tal de assoprar bexigas, abraçar quem está ao lado, acender fósforo para expressar uma idéia, carregar uma pedra para ter a palavra no grupo, escolher um bicho como imagem de identificação, usar canetas coloridas para fazer trabalhos etc.

Mas, se existe uma manifestação comum a crianças e adultos para expressar alegria, contentamento, comemoração e afins, ela tem sido o grito. Que as crianças gritem porque ainda não descobriram outras maneiras de expressar emoções, dá para entender. Aliás, é bom lembrar que os educadores não têm colaborado para que elas aprendam a desenvolver outros tipos de expressão. Mas os adultos gritarem desesperada e estridentemente para manifestar emoção é constrangedor. Com tamanha confusão, fica a impressão de que roubamos a infância das crianças porque a queremos para nós, não?




sexta-feira, 7 de maio de 2010

O mistério do desaparecimento das abelhas

O mistério do desaparecimento das abelhas

Vancouver, 12/09/2007 - No ano passado, as abelhas produtoras de mel morreram na América do Norte em quantidades sem precedentes. Até este mês, ninguém parecia capaz de demonstrar qual podia ser a causa. O que se chama "desordem do colapso de colônias" pode devastar uma colônia de abelhas em questão de semanas. Estes insetos voam para colher pólen, mas nunca regressam ou, simplesmente, se enfraquecem e morrem nas colméias. Mais além dos efeitos maiores na cadeia alimentícia, as implicações econômicas destas mortes são imediatas, porque as abelhas são essenciais para a polinização de cultivos que custam dezenas de milhões de dólares na América do Norte.

http://www.miradaglobal.com/index.php?option=com_content&view=article&id=654:el-misterioso-colapso-de-las-abejas&catid=32:ecologia&Itemid=36〈=pt

Produção de um conto de mistério baseado na notícia acima:

O mistério do desaparecimento das abelhas


Eu tinha acabado de me mudar para a cidade de Vancouver e minha nova vizinha me convidou para caminhar, nós trocamos informações, eu falei sobre mim, ela sobre ela, eu achei ela muito legal, informada, simpática, gostei muito dela.
No meio da nossa caminhada, passamos por uma casa abandonada, com colmeias no quital, a grama já estava bem grande e ninguém na calçada da casa, então eu perguntei:
- De quem é essa casa?
- Era do Senhor Octavius – ela disse – ele cultivava abelhas e vendia o melhor mel da região.
- Como assim a casa ‘era’ dele?
- Ele se mudou, bom vou contar a história: ” Senhor Octavius havia acabado de se casar e sua mulher ficou muito doente, um mês depois de seu casamento, morreu. Para piorar a sua situação, um ano depois, no mesmo dia em que sua mulher morreu, todas as abelhas sumiram, alguns cientísta vieram analizar e disseram ser ‘desordem do colapso de colônias’, mas todos nós achamos que foi algum espírito, alguma maldição que estava assombrando a casa, mas ele se mudou e recebemos a notícia de que ele ainda está sendo assombrado, porque no mesmo dia em que as abelhas sumiram, a mãe dele morreu” .
- Nossa! Quanta tragédia! Quando aconteceu isso?
- Aconteceu a cinco anos atás, e todos que chegam aqui para comprar a casa, nós contamos essa história, pois não queremos passar por isso novamente, se é que a casa está assombrada.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

O conto é a forma narrativa, em prosa, de menor extensão (no sentido estrito de tamanho). Entre suas principais características, estão a concisão, a precisão, a densidade, a unidade de efeito ou impressão total – da qual falava Poe (1809-1849) e Tchekhov (1860-1904): o conto precisa causar um efeito singular no leitor; muita excitação e emotividade. Ao escritor de contos dá-se o nome de contista.

Necessidades básicas

O conto necessita de tensão, ritmo, o imprevisto dentro dos parâmetros previstos, unidade, compactação, concisão, conflito, início, meio e fim; o passado e o futuro têm significado menor. O "flashback" pode acontecer, mas só se absolutamente necessário, mesmo assim da forma mais curta possível

Focos narrativos

Primeira pessoa: Personagem principal conta sua história; este narrador limita-se ao saber de si próprio, fala de sua própria vivência. Esta é uma narrativa típica do romance epistolar (século XVIII).

Terceira pessoa: O texto é narrado em 3ª pessoa e neste caso podemos ter:

A) Narrador observador: o narrador limita-se a descrever o que está acontecendo, "falando" do exterior, não nos colocando dentro da cabeça da personagem; assim não sabemos suas emoções, idéias, pensamentos. O narrador apenas descreve o que vê, no mais, especula.

B) Narrador onisciente conta a história; o narrador tudo sabe sobre a vida das personagens, sobre seus destinos, idéias, pensamentos. Como se narrasse de dentro da cabeça delas.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Conto